Magistério e documentos
O que a Igreja ensina sobre Maria e o seu Coração
Aqui está o solo firme: documentos conciliares, encíclicas, exortações, cartas apostólicas e o Catecismo. Tudo o mais — relatos, promessas, autores — deve ser lido à luz deste ensinamento.
Maria é venerada na Igreja com culto especial, que difere essencialmente do culto de adoração prestado ao Verbo encarnado, ao Pai e ao Espírito Santo.
Fonte: Concílio Vaticano II — Constituição dogmática Lumen Gentium — cap. VIII, nn. 52–69 — Documentos do Vaticano II — 1964 — vatican.va
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Toda a influência salutar de Maria sobre os homens brota da superabundância dos méritos de Cristo; nada tira nem acrescenta à dignidade e eficácia do único Mediador.
Fonte: Igreja Católica — Catecismo da Igreja Católica — nn. 963–975 — 2.ª edição típica — 1997 — vatican.va
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As revelações privadas não pertencem ao depósito da fé; não podem corrigir nem completar a Revelação definitiva de Cristo, mas ajudar a vivê-la mais plenamente em certa época.
Fonte: Igreja Católica — Catecismo da Igreja Católica — n. 67 — sobre as revelações privadas — 2.ª edição típica — 1997
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Documentos de referência
- Lumen Gentium, cap. VIII (1964) — documento conciliar
- Haurietis Aquas (1956) — encíclica sobre o culto ao Sagrado Coração
- Marialis Cultus (1974) — exortação apostólica sobre o culto mariano
- Rosarium Virginis Mariae (2002) — carta apostólica sobre o Rosário
- A Mensagem de Fátima (2000) — documento da Congregação para a Doutrina da Fé
- Atos de consagração ao Imaculado Coração: 1942, 1984 e 2022